"Muitas vezes a solução de um problema pode servir de resposta
para outros, principalmente quando pessoas, escolas, governos, sociedade civil, empresas e organizações sociais trabalham
juntos"
Muitos países pobres gastam mais com os juros de suas dívidas do que para superar seus problemas
sociais. Já se abrem perspectivas, para a redução da dívida externa de muitos Países Pobres Muito Endividados (PPME). Os objetivos
levantados para atingir esta meta levam em conta uma série de fatores estruturais que limitam o potencial para o desenvolvimento
da imensa maioria dos países do sul do planeta. Entre os indicadores escolhidos estão a ajuda oficial para a capacitação dos
profissionais que pensarão e negociarão as novas formas para conquistar acesso a mercados e à tecnologias abrindo o sistema
comercial e financeiro não apenas para grandes países e empresas, mas para a concorrência verdadeiramente livre de todos.
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Meta |
Indicador |
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12. Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, previsível e
não-discriminatório.
(Inclui um compromisso com a boa governança, o
desenvolvimento e a redução da pobreza).
13. Atender as necessidades especiais dos países menos desenvolvidos
(Inclui: regime isento de direitos e não sujeito
a quotas para as exportações dos países menos desenvolvidos; um programa reforçado de redução da dívida dos países pobres
muito endividados (PPME) e anulação da dívida bilateral oficial; e uma ajuda pública para o desenvolvimento mais generosa
aos países empenhados na luta contra a pobreza)
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Ajuda Pública para o Desenvolvimento (ODA)
32. Ajuda Pública para o Desenvolvimento (APD)
como porcentagem da renda nacional bruta dos países doadores membros da OCDE/Comitê de Ajuda ao Desenvolvimento - CAD (meta
de 0,7% no total e 0,15% para os PMA).
33. Proporção de APD para serviços sociais básicos
(educação básica, cuidados de saúde primária, nutrição, água salubre e saneamento).
34. Proporção da APD sem vínculo.
35. Proporção da APD para o meio ambiente nos
países insulares em desenvolvimento.
36. Proporção da APD para o setor de transporte
em países insulares.
Acesso a Mercados
37. Proporção das exportações (por valores e excluindo
armas) livres de taxas ou quotas.
38. Tarifas médias e quotas para produtos agrícolas,
têxteis e vestuários.
39. Subsídios agrícolas domésticos e para exportações
nos países da OCDE.
40. Proporção da APD para promover o comércio. |
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14. Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento
(Por meio do Programa de Ação para o Desenvolvimento
Sustentável dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e as conclusões da vigésima segunda sessão extraordinária da
Assembléia Geral) |
35. Proporção da APD para o meio ambiente nos países
insulares em desenvolvimento.
36. Proporção da APD para o setor de transporte
em países insulares. |
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15. Tratar de forma ampla o problema da dívida dos países em desenvolvimento, fazendo uso de medidas nacionais
e internacionais, tornando suas dívidas sustentáveis a longo prazo |
Sustentabilidade de Dívidas
41. Proporção de cancelamento de débitos bilaterais
dos PPME.
42. Percentual de Serviço de dívida por exportação
de produtos e serviços.
43. Proporção da APD concedida para aliviar dívidas.
44. Número de países que alcançam os pontos decisivos
e conclusivos dos PPME. |
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16. Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam trabalho digno
e produtivo aos jovens. |
45. Taxa de desemprego entre os jovens com idade
de 15 a 24 anos. |
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17. Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais nos países
em vias de desenvolvimento. |
46. Proporção da população com acesso a medicamentos
essenciais de forma sustentável. |
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18. Em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, especialmente nos setores
de informação e comunicações. |
47. Linhas telefônicas por 1.000 habitantes
48. Computadores pessoais por 1.000 habitantes. |
O que fazer
· Incentivar programas de apoio à formação
e capacitação técnica profissional dos jovens menos favorecidos, visando sua inclusão no mercado de trabalho;
· Apoiar programas de geração de novas oportunidades
de absorção e recrutamento de jovens nas pequenas e médias empresas;
· Apoiar programas de parceiras para a inclusão
digital da população menos favorecida;
· Mobilizar voluntários para criarem situações de aprendizagem e gestão em suas áreas de formação;
· Apoiar programas de formação e disseminação das novas tecnologias, em especial, da informação, que promovam também
a inclusão de portadores de deficiência;
· Doar
equipamentos novos ou usados a escolas, bibliotecas, instituições voltadas ao atendimento de menores e jovens carentes.
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