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Objetivo 6: Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças
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"O Brasil tem o maior número de casos de malária das Américas, e é o terceiro lugar do mundo em incidência dessa doença"


 

Em grandes regiões do mundo, epidemias mortais vêm destruindo gerações e cerceando qualquer possibilidade de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a experiência de países como o Brasil, Senegal, Tailândia e Uganda vêm mostrando que podemos deter a expansão do HIV. Seja no caso da Aids, ou  outras doenças, como a tuberculose e a malária, que ameaçam acima de tudo as populações mais pobres e vulneráveis. Parar sua expansão e depois reduzir sua incidência dependerá fundamentalmente do acesso da população à informação, aos meios de prevenção e aos meios de tratamento, sem descuidar da criação de condições ambientais e nutritivas que estanquem os ciclos de reprodução das doenças.

            O combate a doenças como a Aids, além de outras ligadas à saúde pública, como malária e tuberculose, necessitam de estreita cooperação entre governo e empresas farmacêuticas tanto no plano nacional quanto  internacional, de modo a garantir a produção de novas gerações de medicamentos. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), da ONU, firmou parceria com o Banco Mundial e seis laboratórios farmacêuticos multinacionais para melhorar o acesso dos portadores do vírus da Aids ao coquetel de drogas nos países em desenvolvimento.

Metas

Indicadores

7. Até 2015, ter detido e começado a reverter a propagação do HIV/Aids.

18. Taxa de prevalência de HIV/AIDS entre mulheres grávidas na faixa etária de 15 a 24 anos.

19. Utilização de anticoncepcionais.

20. Número de crianças órfãs devido à AIDS

8. Até 2015, ter detido e começado a reverter à propagação da malária e de outras doenças.

21. Taxas de prevalência e  mortalidade ligadas à malária.

22. Proporção da população das zonas de risco que utilizam meios de proteção e  tratamento eficazes contra a malária.

23. Taxas de prevalência e de mortalidade ligadas à tuberculose.

24. Proporção de casos de tuberculose detectados e curados no âmbito de tratamentos de curta duração sob vigilância direta.



O que fazer

·      Incentivar programas de mobilização e informação no combate à Aids e outras doenças epidêmicas como malária, tuberculose, dengue, febre amarela;

·      Apoiar programas que facilitem o acesso aos medicamentos necessários aos portadores de HIV e à prevenção (vacinas) das demais doenças;

·      Participar de programas de doações e distribuição de remédios às populações de risco e baixa renda;

·      Incentivar programas de prevenção na disseminação de informação sobre saúde sexual e reprodutiva para jovens e adultos, através de ações de voluntariado.

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